terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Boatos ?


O fim de semana foi agitado na internet. Do Twitter ao próprio Facebook, passando por sites e blogs para lá de respeitáveis, o boato  espalhou como rastilho de pólvora: o Facebook iria acabar. O motivo? Exausto, Mark Zuckerberg teria perdido o controle. Estaríamos diante de mais um caso exemplar da criatura dominando seu criador.
Em poucas horas, a expressão “is Facebook shutting down” aparecia entre os termos mais buscados do sábado, 8 de janeiro, no relatório do Google Trends.
A origem da notícia foi um site de humor, o Weekly World News, sem qualquer credibilidade. Mas o fato é que a brincadeira, escancarada, feita às claras, sem disfarces, ganhou ares de verdade incontestável. Como? Acho que nesse caso importa menos do que nos perguntarmos porquê.
Nos últimos dois meses o Facebook e seu fundador têm estado em evidência. Por diversos motivos. Zuck, por traços de personalidade capazes de transformá-lo em protagonista de filme candidato ao Globo de Ouro e personalidade do ano, capa da Time. O Facebook, pela propriedade de 600 milhões de cadastros de usuários capazes de atiçar a cobiça de grandes investidores como o Goldman Sachs Group Inc.
No início de janeiro o valor de mercado do Facebook chegou a US$ 50 bilhões. Em meados de 2009, a empresa era avaliada em US$ 10 bilhões. E o Facebook passou a apontado como o melhor exemplo para a atual tendência no Vale do Silício, onde “o incentivo para abrir o capital diminuiu e as desvantagens de abrir o capital aumentaram”.
Muitos diretores-presidentes de empresas de internet, como Mark Zuckerberg, do Facebook, já declararam não ter pressa de abrir o capital. Mas o período cada vez mais longo em que muitas dessas empresas optam por manter o capital fechado gera novas questões. Muitas delas preocupam as autoridades monetárias americanas. Em especial, a quantidade de sócios de empresas como o Facebook que justifiquem a falta de transparências sobre sua saúde financeira e transações comerciais.
Os custos fixos do Facebook crescem a olhos vistos. A empresa tem expandindo fortemente suas contratações e chegou a 1.700 funcionários em novembro, ante 1.000 um ano antes. Os executivos do Facebook também já disseram que a empresa planeja comprar mais de dez outras firmas este ano.
Os números do Facebook são realmente impressionantes (veja o gráfico)
Toda essa movimentação tem levado muitas analistas a se perguntar se o Facebook já não teria chegado ao apogeu. E se em algum lugar no ciberespaço já não esteja em gestão um sucessor, capaz de abocanhar boa parte de seus milhões de usuários, a exemplo do que ele próprio, Facebook, fez com o MySpace.
Entre esses analistas está Douglas Rushkoff, autor dos livros “Life Inc: How Corporatism Conquered the World and How We Can Take it Back” , and “Program or Be Programmed: Ten Commands for a Digital Age”. Ele questiona até que ponto e por quanto tempo o Facebook manterá a ilusão de ser uma rede diferente, invencível e grande demais para falir.
Na opinião de Rushkoff, os atuais sinais de fartura do Facebook não são típicos de uma empresa que está ganhando, mas de uma empresa que já está se retirando….
A ver.

Fonte: IDG

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CES 2011: Empresas mostram novas tecnologias de TVs 3D

 

Novos modelos usam óculos mais baratos, leves e confortáveis, e algumas até os dispensam completamente; veja as novidades.

Neste ano as TVs 3D são um dos destaques da CES 2011, assim como nos dois anos anteriores. Mas há novidades: os novos modelos sendo apresentados resolvem um dos principais incômodos da tecnologia 3D, os óculos.
A LG, por exemplo, desenvolveu um novo sistema 3D que será compartilhado por todos os novos modelos. Com ele, em vez dos caros óculos eletrônicos da geração atual usa-se o mesmo tipo de óculos "passivos" utilizados no cinema, sem nenhum componente eletrônico, muito mais leves e baratos. Tão baratos que estavam sendo distribuídos gratuitamente pela empresa em seu stand.
O efeito 3D não é prejudicado. Pelo contrário, com os novos óculos é possível assistir TV 3D de qualquer jeito, mesmo deitado e com a cabeça inclinada. Com a maioria dos óculos eletrônicos isso é impossível, pois a imagem fica preta.
Olha mamãe, sem óculos!
A LG também está demonstrando uma TV 3D que dispensa os óculos. Mas para assistir é necessário ficar exatamente em frente à tela, ou "fantasmas" e imagens duplas estragarão o efeito. O modelo mostrado na CES tem tela de 55 polegadas e é apenas um protótipo. Segundo representantes da empresa ainda serão necessários dois a três anos para que ela chegue ao mercado.
A Toshiba também tem TVs 3D, que estão causando filas imensas em seu stand. São dois modelos, um protótipo de 65 polegadas, que talvez chegue ao mercado no Japão no final deste ano, e outro de 20 polegadas, que já está à venda por lá. Preços não foram informados.
Matéria do IDG

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Feliz 2011

Aos amigos e clientes, um Feliz 2011.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Um convite especial


Olá,
A Dely Design está no Facebook!
Leonardo Molina
28 amigos · 1 mensagem do mural
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tablet da Samsung é rival de respeito para o iPad



Sempre que a Apple lança um novo e sofisticado aparelho, leva apenas alguns meses para que os clones comecem a surgir. iPod? Zune! iPhone? Android! iPad? Bem, ele foi lançado em março e agora os concorrentes começam a chegar às lojas (nota do editor: o Galaxy Tab está disponível no Brasil por R$ 2.699).
Muitos deles rodam o sistema Android, do Google. É uma escolha esperta. O Android é um sistema maduro, estável, grátis (para os fabricantes de aparelhos) e tem mais de 100 mil aplicativos. Além disso, qualquer pessoa que usa um celular com Android se adapta facilmente ao tablet. Em outras palavras, quem faz um tablet com Android não começa do zero.
O tablet com Android mais esperado é o Samsung Galaxy Tab, um aparelho moderno e robusto, com medidas de 19 cm x 12 cm x 1,2 cm. A tela frontal é multitoque e a lateral e a traseira do aparelho são de material plástico, na cor branca.
A Samsung caprichou nos detalhes do aparelho. A tela é excelente. A resposta aos toques é imediata e confiável. No geral, o tablet é muito rápido e agradável de usar.
Quando foi perguntado sobre a montanha de tablets com Android no mês passado, Steve Jobs, da Apple, desdenhou do tamanho dos aparelhos (a maioria tem tela de 7 polegadas, contra 10 polegadas do iPad).
Bem, claro que 7 polegadas não é muito para quem está acostumado a usar notebooks ou o próprio iPad. Não dá para ver muito de mapas, livros eletrônicos ou páginas web sem rolar a tela.
Mas o Galaxy não passa a impressão de ser um iPad encolhido. Parece mais um grande e espaço smartphone com Android. O Galaxy é muito mais leve do que o iPad (368 gramas contra 680 gramas), o que faz muita diferença quando é necessário segurar o aparelho para ver um filme. E é tão pequeno que cabe em um bolso largo de paletó. Dá até pra colocá-lo dentro de um bolso de calça jeans, embora nesse caso você fique com jeitão de que tem um músculo da perna contundido ou algo assim.
O Galaxy é quase do mesmo tamanho do Kindle mais recente, e funciona bem como leitor de livros graças aos aplicativos do Kindle e da Barnes & Noble (Nota do editor: esse último indisponível no Brasil).
A lista de recursos do aparelho impressiona. Esse é, claro, o clássico debate “Apple contra Google, proprietário contra livre”. A Apple controla o hardware, o software e a loja de aplicativos, então tudo é consistente, de alta qualidade e funciona bem. Já o Google não monitora os aplicativos publicados na loja. Por isso a plataforma é ilimitada, caótica e mais confusa.
Interface flexível
De todo modo, o Galaxy oferece todas as qualidades do Android, incluindo muitos recursos ausentes no iPad. Por exemplo, é possível personalizar as nove telas de aplicativos colocando ícones ou pequenas janelas em qualquer lugar (elas não ficam em uma grade fixa).
Dá para ditar textos (em inglês) em vez de digitar, ou usar o Google e o Google Maps por meio de comando de voz. Também dá para usar o excelente aplicativo de navegação curva-a-curva do Android.
O aparelho tem duas câmeras, uma frontal e uma traseira. Há recursos como flash, gravação de vídeo, controles de exposição e efeitos especiais para imagem. Segura essa, iPad!
É meio esquisito segurar essa prancheta enorme pra tirar uma foto. Mas também é agradável: quando você já teve uma câmera com visor de 7 polegadas? É praticamente um porta-retratos digital que tira fotos (o Galaxy tem 16 GB de memória e um slot SD para expansão).
Internet
O navegador web oferece o conhecido gesto de pinça para aumentar e diminuir o tamanho da página. Como o Galaxy roda o Android 2.2, ele pode tocar vídeos em Flash (touché, iPad!). Ou pelo menos deveria. Com algum atraso consegui ver alguns trailers de filmes e vídeos na Cnet. Mas no site da ESPN os vídeos simplesmente não foram exibidos (um representante da Samsung diz que os vídeos funcionaram bem para ele).
O e-mail funciona bem na tela de 7 polegadas. Mas, como é rotina no Android, há um aplicativo para contas do Gmail e outro para os demais serviços de e-mail. Não faz sentido em um smartphone com Android, e não faz sentido aqui.
Pontos negativos
Já listei as diversas qualidades do Galaxy, mas o aparelho também tem seus problemas. Quando se visita sites como nytimes.com, cnbc.com e amazon.com, o navegador mostra as versões móveis e limitadas. De acordo com a Samsung, não há como desabilitar esse recurso para ver as versões completas dos sites. Dá pra deletar o “m” na barra de endereços do browser, mas não adianta. Ele volta em seguida.
Além disso, é meio estranho não poder recarregar o Galaxy a partir de uma porta USB. O aparelho exige uma tomada convencional.
Outro problema: a maioria dos 100 mil aplicativos da loja do Android foi projetada para trabalhar em telas de smartphones, e não em tablets. O Galaxy lida com isso de duas formas: ou expande o tamanho (reduzindo a resolução) ou deixa os programas no tamanho original, no centro da tela com uma borda preta em volta.
Esse problema, claro, é familiar pra quem comprou um iPad logo no lançamento: os programas de iPhone rodavam no iPad, mas não aproveitavam o espaço da tela. Mas a Apple estimulou os programadores a desenvolver aplicativos específicos para iPad e criou ferramentas de programação específicas para o aparelho.
O Google ainda não fez isso. Por isso, pode levar um tempo até que aplicativos para telas de 7 polegadas surjam em grande quantidade.
Preço é alto
Mas o maior problema do Galaxy pode ser o preço. Nos Estados Unidos, ele custa US$ 600. Aqui esse valor dá pra comprar dois netbooks, ou quatro Kindles, ou um iPad de 16 GB com tela maior, corpo de alumínio e bateria de maior duração (10 horas, contra cerca de 6 horas do Galaxy). (Nota do editor: no Brasil o Galaxy está disponível por R$ 2.699)
Então, sim, a era dos clones do iPad chegou. Mas o conceito de tablets com Android representa mais do que apenas um esforço tímido para ocupar uma fatia do mercado de tablets.
Como ocorre com celulares com Android, é uma alternativa com diferenças suficientes para justificar sua existência. Ela vem com atrativos como uma abordagem diferenciada para o tamanho da tela, recursos como câmeras e navegação por GPS e uma loja de aplicativos mais tolerante.
Com o Samsung Galaxy Tab a empresa também oferece rapidez e um hardware bastante refinado. O ruim é ter que gastar US$ 600 para ter tudo isso.

Excelente matéria do site IG Tecnologia

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Passamos das 800 Visitas


O portal Maricá Web, http://www.maricaweb.com.br/ já ultrapassou 800 visitas deste sua inauguração em Setembro deste ano. Vários anunciantes já garantiram espaço publicitário nesta nova ferramenta de divulgação.
Em breve faremos uma matéria sobre a qualidade dos acessos do portal.

PowerPoint


Confira esta excelente matéria publicada na Época
Por Álvaro Oppermann

Os críticos o acusam de ser um programa “simplista” e “matador da produtividade”. A revista Wired chegou a compará-lo a uma droga que “estupidifica a comunicação”. O PowerPoint, criado em 1987 pela Forethought Inc., e inicialmente desenhado para o sistema operacional do Macintosh, tem uma carreira tão bem-sucedida quanto polêmica. Pelas mãos de Bill Gates, que o adquiriu no ano de seu lançamento, tornou-se o ubíquo software de apresentações dos anos 90 e do século 21 – da sala de aula à sala de reuniões. Os fãs o adoram. Porém, o uso do produto da Microsoft é mais complexo e criativo na vida corporativa do que concebem muitos fãs e admitem os críticos. Para a professora Sarah Kaplan, que leciona estratégia na Rotman School, de Toronto, ele é uma poderosa ferramenta de colaboração. “A controvérsia ofusca os méritos do PowerPoint”, diz Sarah. Durante oito meses, ela observou de perto o emprego do software por profissionais de uma companhia de telecomunicações na América do Norte, que resultou no artigo Strategy and PowerPoint (“Estratégia e PowerPoint”), da revista Organization Science. É um oportuno resgate do malhado programa. Confira suas virtudes estratégicas:
Materialidade (ou Corporalidade)_Durante a formulação de estratégia, o PowerPoint ajuda a dar corpo às ideias ainda não implementadas: tecnologias que precisam ser desenvolvidas, aquisições a ser feitas, recursos a ser alocados. A visualização de ideias por meio de slides do programa possibilita melhor discussão.
Universalidade_O PowerPoint é a ferramenta universal por excelência. Um documento de PowerPoint pode ser visualizado na lousa ou na folha de papel, pode ser aberto na tela do computador ou no Kindle. Também é facilmente enviado por e-mail.
Maleabilidade_Um documento de PowerPoint é composto de telas, em vez de páginas. Isso facilita trocá-las de lugar, editá-las, eliminar ou acrescentar materiais desejados, na ordem que se quiser. Durante uma teleconferência, Sarah viu uma equipe preparar em tempo real, em dois continentes e vários países, o documento definitivo de um projeto de tecnologia, pois ele foi feito em formato PowerPoint (“ppt”).
Colaboração_A maleabilidade das telas também favorece a colaboração. “Ele é um ótimo ‘documento de discussão’”, segundo Sarah. É um detonador de conversações. A troca de informações entre equipes ou profissionais é feita de modo rápido com o programa.
Objetividade_Os críticos têm certa razão em dizer que o programa é “simplista”. Mas isso tem o lado bom. Quando as equipes estão dispersas geograficamente, os dados apresentados de forma enfática e direta pelo PowerPoint são um puxão para a realidade objetiva dos fatos. “Da mesma forma que os engenheiros usam desenhos para concretizar ideias e receber feedback”, diz Sarah, “os usuários criam as telas para tomar decisões estratégicas, de forma eficiente e em colaboração.”
Rotman School of Management – É a escola de negócios da universidade de Toronto, no Canadá. Criada em 1995, ganhou proeminência global nos últimos anos graças à gestão inovadora do seu decano, Roger Martin, pensador do design thinking