segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Windows 95… faz anos
Vinte anos !!!
Dia 24 de Agosto de 1995, a Microsoft lançava uma das mais marcantes versões do Windows. O Windows 95 chegou ao mercado e mudou para sempre a forma como o mundo passou a utilizar o computador.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Imagens do novo menu iniciar do Windows 8 são reveladas
Em blog da Microsoft é possível assistir a vídeo no qual tais detalhes são exibidos. Cores utilizadas serão as mesmas do WP7.
Dia vai, dia vem, e a Microsoft, aos poucos, vai revelando detalhes de seu próximo sistema operacional, o Windows 8. Dessa vez, a companhia liberou imagens do menu Iniciar, que adota a interface Metro, presente também no Windows Phone.
A rigor, as informações foram obtidas a partir de um vídeo exibido, que abordava o tratamento sobre arquivos ISO e VHD. Ainda assim, foi possível descobrir algumas coisas a respeito do recurso. Ele terá quatro opções: pesquisar, compartilhar, dispositivos, e configurações. A cor da fonte é branca e o fundo, preto. No entanto, o tradicional azul do SO continua lá.
O contrates entre os dois estilos é marcante, e mostra o quão difícil será para Microsoft unir o tema Metro a interface convencional da plataforma. Ela, provavelmente, terá de adotá-lo como um todo ou esquecê-lo, deixando que as cores usuais retornem.
O estilo, porém, dificilmente terá sua adoção postergada. Em abril, imagens da tela de boas vindas foram divulgadas e ela seguia o mesmo padrão. Vale lembrar, também, que toda a interface do Windows 8 é baseada no Metro, com grandes retângulos interativos – os hubs – cobrindo o desktop.
A companhia de Redmond têm frequentemente divulgado novidades a respeito do Windows 8 em seu blog. Recentemente, mostrou um renovado Explorer e melhorias na transferência de arquivos. Mais informações são esperadas para este mês, entre os dias 13 e 16, no evento que a empresa organizará para desenvolvedores.
(Jared Newman)
Fonte: IDG NOW
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Um olhar para o futuro da Microsoft
A IBM era um ícone que foi ao inferno – até se reinventar. A Microsoft já não é mais um ícone – mas quer dar a volta por cima antes de cair Por Guilherme Felitti Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 70 que a IBM. Seus jovens e bem-vestidos executivos, ocupados em programar grandes computadores para grandes companhias, eram a imagem do futuro. Em 1981, o lançamento do IBM 5150 PC deu início à era dos computadores pessoais e foi recebido como um passaporte para anos de inovação e lucros. Uma década depois, a companhia sangrava, com prejuízos anuais que chegaram a US$ 8 bilhões. Escapar da obsolescência custou caro. Na célebre reestruturação comandada por Lou Gerstner, seu principal executivo a partir de 1993, a IBM desistiu da área de PCs, demitiu 35 mil funcionários e se concentrou em duas áreas: softwares e serviços. A nova orientação, levada ao extremo por Sam Palmisano, sucessor de Gerstner, recolocou a “big blue” perto do topo. Ela é hoje a segunda maior empresa de tecnologia do mundo – atrás apenas da Apple –, com receita anual na casa dos US$ 100 bilhões. Não é mais, contudo, um ícone da inovação, nem a companhia sexy dos sonhos dos melhores universitários. Uma das maiores responsáveis pelo tombo da IBM foi a companhia comandada pelo jovem Bil Gates. Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 90 que a Microsoft... Windows, Office, navegadores, softwares de produtividade – durante mais de dez anos a companhia concebida por Bill Gates parecia imbatível. Será que a história vai se repetir? A vanguarda da inovação está hoje na computação em nuvem, dominada pelo Google, e na mobilidade, reino da Apple – áreas nas quais a Microsoft apostou pouco e mal. Até agora. Duas transações bilionárias executadas no curto intervalo de três meses são, claramente, um movimento decidido da companhia para voltar a ser relevante. Primeiro, em fevereiro, uma aliança com a Nokia, avaliada em US$ 1 bilhão. Depois, em maio, um investimento de US$ 8,5 bilhões para comprar o Skype. A sombra que paira_Diferentemente da IBM dos anos 90, a Microsoft passa longe do prejuízo. Desfruta até hoje da aposta de Gates em uma arquitetura fechada de negócios, graças à qual colhe sozinha os lucros gerados pelos softwares que desenvolve. Outro trunfo da Microsoft é sua eficiência operacional. No ano passado, a IBM faturou mais que ela. Mas lucrou menos. Dinheiro em caixa, porém, não é tudo. A Microsoft já não é identificada como vanguarda tecnológica há muito tempo. E a velocidade com que o mercado ruma para a internet e as plataformas móveis gera discussões entre analistas e investidores: por quanto tempo a Microsoft será capaz de manter seus bons resultados?
No próximo dia 27, Steve Ballmer completa três anos como principal estrategista e figura pública da Microsoft. Se o comportamento das ações da companhia serve como métrica para medir seu desempenho desde que Bill Gates se aposentou, o balanço é desanimador. Até o dia 25 de maio, os papéis acumulavam queda de 14,3%. No mesmo período, o índice com as principais ações da bolsa eletrônica Nasdaq registrava alta de 14,7%. Como consequência, a Apple e a própria IBM a ultrapassaram em valor de mercado. Sem resultados animadores nem Gates, o desempenho de Ballmer vem sendo contestado. Paira sobre ele o espectro de John Akers. O antecessor de Lou Gerstner assumiu a IBM em 1985 com as ações da empresa cotadas a US$ 33. Ao passar o bastão, oito anos depois, o valor havia caído para US$ 11.
Isso explica as grandes apostas de Ballmer. Ele quer levar a Microsoft à reinvenção, mas sem uma queda como a da IBM. Maior aquisição nos quase 40 anos de história da Microsoft, o Skype, serviço mais popular do mundo em transmissão de voz e imagem pela internet, é sua maior esperança. A estratégia é transformar videogames e smartphones em fontes de receita que compensem a inevitável perda de rentabilidade de Windows, Office e companhia. O Skype deverá ser integrado à rede de games online Xbox Live, ao buscador Bing, ao comunicador Windows Live Messenger e, principalmente, ao sistema móvel Windows Phone 7. Aparelhos da Nokia, ainda a maior fabricante de celulares do mundo em volume, chegarão ao mercado com atalhos para chamadas por Skype – não exatamente uma boa notícia para as companhias telefônicas.
A Microsoft pagou caro, mas não comprou só a tecnologia. O Skype está no centro de uma comunidade com 600 milhões de contas. E é uma marca com ótima reputação entre consumidores – ativo intangível em forte demanda pela Microsoft depois dos fiascos de projetos como o Windows Vista e a plataforma móvel Kin.
A Microsoft-Nokia já é apontada pela consultoria IDC como provável vice-líder no mercado de smartphones em quatro anos – atrás apenas dos fabricantes que adotarem o sistema operacional Android, do Google. Se o Skype for bem assimilado, a gigante de Seattle terá um portfólio de produtos mais abrangente que qualquer empresa de tecnologia. Não há nenhuma certeza nesse caminho. Mas há uma boa chance de dar certo. “Talvez a Microsoft esteja mais perto hoje de virar o monopólio que todo mundo achou que ela seria nos anos 90”, afirma Sílvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife.
Excelente matéria da Época
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Mark Zuckerberg tem perfil no Google+, rede social do Google
A nova rede social do Google, o Google+ (lê-se Google Plus), chegou movimentando a internet. Como virou um fenômeno e muitas pessoas passaram a ser convidadas, a Google rapidamente desativou o sistema de convites, e ontem à tarde mesmo quem os tinha era reencaminhado pra uma tela aonde se lia "Já foi convidado? No momento, excedemos nossa capacidade. Tente novamente em breve." E pelo jeito, ao contrário do acontecido com o Orkut, nós brasileiros não somos os únicos entusiasmados com o Google+. Segundo a Forbes, até mesmo Mark Zuckerberg, o criador da atual mais famosa rede social, o Facebook, já criou seu perfil.
O mais curioso desse fato é que o Google + foi anunciado como a ferramenta que viria para superar a criação de Zuckerberg. A Forbes ainda diz: "Normalmente Mark Zuckerberg está sorrindo nas fotos do seu perfil. Mas o meu colega Quentin Hardy fará com que ele se sinta melhor: ele pensa que o Google+ está competindo com a Microsoft e com o LinkedIn, mas não com o Facebook."
A nova rede social foi lançada com cinco principais funcionalidades: Profile (uma pequena evolução do Google Profile), Circles ("grupos" de amigos que poderão ser selecionados para qualquer coisa compartilhada ¿ você não vai mais ter o perigo de compartilhar sem querer uma foto constrangedora com seu chefe), Sparks (uma timeline de notícias, conforme interesses definidos por você), Hangouts (vídeo-conferência com quem você quiser ¿ uma pessoa, algumas pessoas, um círculo¿) e Mobile features: Huddle (recurso de SMS em grupo) e Instant Upload (serviço de compartilhamento de fotos).
O aplicativo móvel já está disponível na Android Market, e em breve estará disponível na Apple Store. Além disso tudo, ainda existe o botão + 1 (assemelhando-se ao botão "Like" do Facebook), com o qual você vai rankeando seus interesses. Pode-se dizer, simplificadamente, que o Google+ é uma mistura de Orkut, Facebook, Google News, Google Reader, Skype, Twitter e Instagram. Será que pega?
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A Google quer sua carteira.
A Google lançou oficialmente o serviço "Google Wallet" (carteira Google, em inglês), produto que promete agilizar as compras dos usuários, por tornar possível o pagamento de compras com smartphones Android. Seria possível vincular o pagamento a um cartão de crédito, ou comprar créditos, dentro de um sistema pré-pago.
A tecnologia utilizada é o Near Field Comunication (NFC), que consiste em um chip que se comunica via wireless com um receptor quando os dois ficam próximos. Assim bastaria o cliente aproximar seu celular do leitor e digitar a senha, para finalizar a compra.
O serviço tem semelhanças com o oferecido pela Visa em parceria com o Bank of America, que já está em fase de testes em Nova Iorque. O diferencial do serviço da Google seria um ecossistema mais complexo, possibilitando acumular bônus, ou mesmo utilizar cupons de desconto, durante as transações.
Isto seria possível com um conjunto de informações sobre compras anteriores, armazenados no smartphone, e outros dados, como geolocalização através do GPS do próprio aparelho. Possibilitaria aos lojistas fazer promoções de forma mais dinâmica, também.
O Google Wallet é o resultado de uma parceria da empresa com a MasterCard, Citi, First Data e a operadora de telefonia Spring. Por hora o serviço está disponível apenas nos Estados Unidos, para clientes da empresa de telefonia móvel. As transações são feitas através do PayPass da MasterCard, sistema de pagamento via NFC aceito em mais de 311 mil lojas no mundo.
Pagamentos através deste método já é popular no Japão, onde estimasse que um quinto das compras sejam realizadas com smartphones com o sistema NFC.
Link para o post original
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Angry Birds ultrapassa mais de 200 milhões de downloads
A popular franquia originada nos smartphones, Angry Birds, continua atingindo notáveis marcas, a última é que o game ultrapassou o número de 200 milhões de downloads, de acordo com a Rovio, produtora da série.
A Rovio ainda comemorou a venda de produtos relacionados ao jogo, como canecas, pelúcias, brinquedos, entre outros itens que chegam a mais de 3 milhões de unidades vendidas mundialmente.
A produtora agora se foca em expandir as inspirações de Angry Birds á novos jogos sociais e áreas de entretenimento, prometendo continuar com o crescimento da franquia.
Assinar:
Postagens (Atom)






