quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Transcend lança pendrive com leitor de impressão digital


A Taiwanesa Transcend está trazendo para o mercado nacional a família de pendrives Jet Flash 220, que traz um leitor de impressões digitais integrado. Disponíveis em versões com 2, 4, 8 ou 16 GB de armazenamento, os pendrives podem ser dividos em dois "drives": um público, com acesso irrestrito, e outro protegido, que só pode ser acessado mediante a leitura de uma impressão digital autorizada.
Também há software que funciona como um gerenciador de senhas, permitindo ao usuário fazer o login em seus sites favoritos, de webmail a redes sociais, usando apenas a impressão digital. Segundo a fabricante, o pendrive usa o algoritmo de criptografia AES 256, usado pelo governo dos EUA, para proteger as informações.
Os pendrives da família Jet Flash 220 tem preço sugerido a partir de R$ 70
Rafael Rigues
11-01-2011
 Fonte: PCWolrd

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Conheça as logomarcas de todas as edições das Olimpíadas desde 196O


O Rio de Janeiro mostrou para o mundo nesta sexta-feira a logomarca das Olimpíadas de 2016. É hora, então, de recordar as imagens das edições passadas. Confira as logos desde Atenas-1896.
A evolução da comunicação visual é notável nas logomarcas dos Jogos. De Atenas-1896 a Antuérpia-1920, havia apenas cartazes para representar a competição, sempre com identidades visuais ligadas à época e às cidades-sedes. A primeira edição com uma logomarca de fato foi a de Paris-1924. Quatro anos depois, em Amsterdã, não houve logo, mas a tradição ganhou força em 1932 (Los Angeles) e, de lá para cá, marcou presença em todas as edições.
Quem estampou os aros olímpicos na logo pela primeira vez foi Los Angeles, em 1932 - todos os outros fizeram o mesmo, com exceção de Munique-1972. Simples ou complexas, algumas marcas entraram para a história, como a de Tóquio-1964, com o símbolo do país, e a do México em 1968, com linhas paralelas que ficaram famosas.
Los Angeles, que já tinha feito história em 1932, voltou a inovar em 1984, quando integrou logomarca, mascote, cores e conceitos numa concepção visual que se espalhou por toda a cidade. Agora é a vez do Rio. Nos próximos seis anos, a marca lançada nesta sexta em Copacabana vai ficar no imaginário não só do carioca, mas dos amantes do esporte em todo o planeta.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais de 200 milhões de ataques a redes foram identificados em dezembro

 

Segundo a empresa Kaspersky, cibercriminosos buscaram novas abordagens para infectar PCs, especialmente com o uso de redes sociais.

Embora nenhum grande malware tenha sido revelado em dezembro de 2010, milhares de tentativas de ataques a redes e milhões de programas maliciosos ofereceram risco à segurança dos internautas.
Só no último mês, mais de 209 milhões de ataques a redes foram bloqueados pelo software de segurança Kaspersky, que também detectou e neutralizou mais de 196 milhões de programas maliciosos, de acordo com o relatório December 2010 Monthly Malware Statistics, da Kaspersky Lab. A empresa não divulgou o número registrado no mesmo período do ano passado.
A empresa ainda comentou que embora cibercriminosos tenham utilizado basicamente as mesmas táticas dos últimos meses, eles também buscaram novas abordagens, estimulando usuários de PCs a baixarem falsos antivírus e softwares de segurança, especialmente, em sites como Facebook e Twitter.
Uso de URLs curtas
Para ataques nos sites de redes sociais, os criminosos preferiram disseminar URLs encurtadas, oferecidas por sites como o bit.ly e alturl.com. Com o Twitter, por exemplo, tornando-se um grande mecanismo para divulgação em massa de sites maliciosos.
Nas redes, os usuários recebem as URLs, clicam, e são direcionados aos sites correspondentes ao link, que são conhecidos após a página ser totalmente carregada.
A utilização de URLs encurtadas aumentou muito no ano passado e são úteis para cibercriminosos ,que podem induzir as vítimas a acessarem uma página que contenha softwares maliciosos.
Além disso, os cibercriminosos também utilizaram "artilharia pesada" para ataques via redes sociais, utilizando um dos mais complexos programas maliciosos - o TDSS rootkit - que continua sendo aprimorado. Em dezembro, a última modificação do rootkit, a TDL-4, começou a explorar no sistema Windows a vulnerabilidade CVE-2010-3338 - descoberta em junho de 2010, analisando o worm Stuxnet.
Falsos antivírus
A Kaspersky Lab informou que dois falsos antivírus chegaram ao Top 20 dos principais programas maliciosos em dezembro, sendo eles os primeiros do gênero a entrarem na lista.
Entre eles, um chamado Trojan.HTML.Fraud.ct que é capaz de "varrer" o PC e supostamente detectar um malware. Entretanto, em seguida, ele solicita ao usuário que compre a versão "completa" do suposto software.
Como os programas legítimos de segurança são capazes de detectar rapidamente o download dos falsos antivírus, os desenvolvedores tornaram suas aplicações online. Assim, em vez de ter que baixar o software completo, os usuários só precisam clicar em sites específicos para se infectar.
Adwares
Adwares também foram selecionados na lista das principais ameaças da web em dezembro de 2010. O adware AdWare.Win32.HotBar.dh alcançou o quinto lugar no Top 20 da Kaspersky entre as aplicações maliciosas. Infelizmente, ele é instalado juntamente com outros aplicativos legítimos. E em seguida, exibe propagandas indesejadas nos PCs infectados.
Ataques do domínio .Рф
Desde seu lançamento em novembro do ano passado, os ataques ao novo domínio .Рф também cresceram em dezembro. O nome do domínio utiliza a sigla do nome oficial da Federação Russa em cirílico.
Kaspersky Labs descobriu três tipos de malware sendo disseminados por este domínio. Os primeiros são arquivos falsos; o segundo é um script de redirecionamento primitivo chamado Trojan.JS.Redirector.ki; e o terceiro, chamado de Hoax.Win32.OdnoklAgent.a, que abre uma janela que se assemelha à página de login para arede social russa Odnoklassniki.
(Philippines staff)

Fonte: IDG

Boatos ?


O fim de semana foi agitado na internet. Do Twitter ao próprio Facebook, passando por sites e blogs para lá de respeitáveis, o boato  espalhou como rastilho de pólvora: o Facebook iria acabar. O motivo? Exausto, Mark Zuckerberg teria perdido o controle. Estaríamos diante de mais um caso exemplar da criatura dominando seu criador.
Em poucas horas, a expressão “is Facebook shutting down” aparecia entre os termos mais buscados do sábado, 8 de janeiro, no relatório do Google Trends.
A origem da notícia foi um site de humor, o Weekly World News, sem qualquer credibilidade. Mas o fato é que a brincadeira, escancarada, feita às claras, sem disfarces, ganhou ares de verdade incontestável. Como? Acho que nesse caso importa menos do que nos perguntarmos porquê.
Nos últimos dois meses o Facebook e seu fundador têm estado em evidência. Por diversos motivos. Zuck, por traços de personalidade capazes de transformá-lo em protagonista de filme candidato ao Globo de Ouro e personalidade do ano, capa da Time. O Facebook, pela propriedade de 600 milhões de cadastros de usuários capazes de atiçar a cobiça de grandes investidores como o Goldman Sachs Group Inc.
No início de janeiro o valor de mercado do Facebook chegou a US$ 50 bilhões. Em meados de 2009, a empresa era avaliada em US$ 10 bilhões. E o Facebook passou a apontado como o melhor exemplo para a atual tendência no Vale do Silício, onde “o incentivo para abrir o capital diminuiu e as desvantagens de abrir o capital aumentaram”.
Muitos diretores-presidentes de empresas de internet, como Mark Zuckerberg, do Facebook, já declararam não ter pressa de abrir o capital. Mas o período cada vez mais longo em que muitas dessas empresas optam por manter o capital fechado gera novas questões. Muitas delas preocupam as autoridades monetárias americanas. Em especial, a quantidade de sócios de empresas como o Facebook que justifiquem a falta de transparências sobre sua saúde financeira e transações comerciais.
Os custos fixos do Facebook crescem a olhos vistos. A empresa tem expandindo fortemente suas contratações e chegou a 1.700 funcionários em novembro, ante 1.000 um ano antes. Os executivos do Facebook também já disseram que a empresa planeja comprar mais de dez outras firmas este ano.
Os números do Facebook são realmente impressionantes (veja o gráfico)
Toda essa movimentação tem levado muitas analistas a se perguntar se o Facebook já não teria chegado ao apogeu. E se em algum lugar no ciberespaço já não esteja em gestão um sucessor, capaz de abocanhar boa parte de seus milhões de usuários, a exemplo do que ele próprio, Facebook, fez com o MySpace.
Entre esses analistas está Douglas Rushkoff, autor dos livros “Life Inc: How Corporatism Conquered the World and How We Can Take it Back” , and “Program or Be Programmed: Ten Commands for a Digital Age”. Ele questiona até que ponto e por quanto tempo o Facebook manterá a ilusão de ser uma rede diferente, invencível e grande demais para falir.
Na opinião de Rushkoff, os atuais sinais de fartura do Facebook não são típicos de uma empresa que está ganhando, mas de uma empresa que já está se retirando….
A ver.

Fonte: IDG

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CES 2011: Empresas mostram novas tecnologias de TVs 3D

 

Novos modelos usam óculos mais baratos, leves e confortáveis, e algumas até os dispensam completamente; veja as novidades.

Neste ano as TVs 3D são um dos destaques da CES 2011, assim como nos dois anos anteriores. Mas há novidades: os novos modelos sendo apresentados resolvem um dos principais incômodos da tecnologia 3D, os óculos.
A LG, por exemplo, desenvolveu um novo sistema 3D que será compartilhado por todos os novos modelos. Com ele, em vez dos caros óculos eletrônicos da geração atual usa-se o mesmo tipo de óculos "passivos" utilizados no cinema, sem nenhum componente eletrônico, muito mais leves e baratos. Tão baratos que estavam sendo distribuídos gratuitamente pela empresa em seu stand.
O efeito 3D não é prejudicado. Pelo contrário, com os novos óculos é possível assistir TV 3D de qualquer jeito, mesmo deitado e com a cabeça inclinada. Com a maioria dos óculos eletrônicos isso é impossível, pois a imagem fica preta.
Olha mamãe, sem óculos!
A LG também está demonstrando uma TV 3D que dispensa os óculos. Mas para assistir é necessário ficar exatamente em frente à tela, ou "fantasmas" e imagens duplas estragarão o efeito. O modelo mostrado na CES tem tela de 55 polegadas e é apenas um protótipo. Segundo representantes da empresa ainda serão necessários dois a três anos para que ela chegue ao mercado.
A Toshiba também tem TVs 3D, que estão causando filas imensas em seu stand. São dois modelos, um protótipo de 65 polegadas, que talvez chegue ao mercado no Japão no final deste ano, e outro de 20 polegadas, que já está à venda por lá. Preços não foram informados.
Matéria do IDG

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Feliz 2011

Aos amigos e clientes, um Feliz 2011.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Um convite especial


Olá,
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Leonardo Molina
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