sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Imagens do novo menu iniciar do Windows 8 são reveladas

 

Em blog da Microsoft é possível assistir a vídeo no qual tais detalhes são exibidos. Cores utilizadas serão as mesmas do WP7.

Dia vai, dia vem, e a Microsoft, aos poucos, vai revelando detalhes de seu próximo sistema operacional, o Windows 8. Dessa vez, a companhia liberou imagens do menu Iniciar, que adota a interface Metro, presente também no Windows Phone.
A rigor, as informações foram obtidas a partir de um vídeo exibido, que abordava o tratamento sobre arquivos ISO e VHD. Ainda assim, foi possível descobrir algumas coisas a respeito do recurso. Ele terá quatro opções: pesquisar, compartilhar, dispositivos, e configurações. A cor da fonte é branca e o fundo, preto. No entanto, o tradicional azul do SO continua lá.
O contrates entre os dois estilos é marcante, e mostra o quão difícil será para Microsoft unir o tema Metro a interface convencional da plataforma. Ela, provavelmente, terá de adotá-lo como um todo ou esquecê-lo, deixando que as cores usuais retornem.
O estilo, porém, dificilmente terá sua adoção postergada. Em abril, imagens da tela de boas vindas foram divulgadas e ela seguia o mesmo padrão. Vale lembrar, também, que toda a interface do Windows 8 é baseada no Metro, com grandes retângulos interativos – os hubs – cobrindo o desktop.
A companhia de Redmond têm frequentemente divulgado novidades a respeito do Windows 8 em seu blog. Recentemente, mostrou um renovado Explorer e melhorias na transferência de arquivos. Mais informações são esperadas para este mês, entre os dias 13 e 16, no evento que a empresa organizará para desenvolvedores.
(Jared Newman)
Fonte: IDG NOW

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Um olhar para o futuro da Microsoft


A IBM era um ícone que foi ao inferno – até se reinventar. A Microsoft já não é mais um ícone – mas quer dar a volta por cima antes de cair Por Guilherme Felitti  Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 70 que a IBM. Seus jovens e bem-vestidos executivos, ocupados em programar grandes computadores para grandes companhias, eram a imagem do futuro. Em 1981, o lançamento do IBM 5150 PC deu início à era dos computadores pessoais e foi recebido como um passaporte para anos de inovação e lucros. Uma década depois, a companhia sangrava, com prejuízos anuais que chegaram a US$ 8 bilhões. Escapar da obsolescência custou caro. Na célebre reestruturação comandada por Lou Gerstner, seu principal executivo a partir de 1993, a IBM desistiu da área de PCs, demitiu 35 mil funcionários e se concentrou em duas áreas: softwares e serviços. A nova orientação, levada ao extremo por Sam Palmisano, sucessor de Gerstner, recolocou a “big blue” perto do topo. Ela é hoje a segunda maior empresa de tecnologia do mundo – atrás apenas da Apple –, com receita anual na casa dos US$ 100 bilhões. Não é mais, contudo, um ícone da inovação, nem a companhia sexy dos sonhos dos melhores universitários.  Uma das maiores responsáveis pelo tombo da IBM foi a companhia comandada pelo jovem Bil Gates. Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 90 que a Microsoft... Windows, Office, navegadores, softwares de produtividade – durante mais de dez anos a companhia concebida por Bill Gates parecia imbatível. Será que a história vai se repetir? A vanguarda da inovação está hoje na computação em nuvem, dominada pelo Google, e na mobilidade, reino da Apple – áreas nas quais a Microsoft apostou pouco e mal. Até agora. Duas transações bilionárias executadas no curto intervalo de três meses são, claramente, um movimento decidido da companhia para voltar a ser relevante. Primeiro, em fevereiro, uma aliança com a Nokia, avaliada em US$ 1 bilhão. Depois, em maio, um investimento de US$ 8,5 bilhões para comprar o Skype.  A sombra que paira_Diferentemente da IBM dos anos 90, a Microsoft passa longe do prejuízo. Desfruta até hoje da aposta de Gates em uma arquitetura fechada de negócios, graças à qual colhe sozinha os lucros gerados pelos softwares que desenvolve. Outro trunfo da Microsoft é sua eficiência operacional. No ano passado, a IBM faturou mais que ela. Mas lucrou menos.  Dinheiro em caixa, porém, não é tudo. A Microsoft já não é identificada como vanguarda tecnológica há muito tempo. E a velocidade com que o mercado ruma para a internet e as plataformas móveis gera discussões entre analistas e investidores: por quanto tempo a Microsoft será capaz de manter seus bons resultados?
No próximo dia 27, Steve Ballmer completa três anos como principal estrategista e figura pública da Microsoft. Se o comportamento das ações da companhia serve como métrica para medir seu desempenho desde que Bill Gates se aposentou, o balanço é desanimador. Até o dia 25 de maio, os papéis acumulavam queda de 14,3%. No mesmo período, o índice com as principais ações da bolsa eletrônica Nasdaq registrava alta de 14,7%. Como consequência, a Apple e a própria IBM a ultrapassaram em valor de mercado. Sem resultados animadores nem Gates, o desempenho de Ballmer vem sendo contestado. Paira sobre ele o espectro de John Akers. O antecessor de Lou Gerstner assumiu a IBM em 1985 com as ações da empresa cotadas a US$ 33. Ao passar o bastão, oito anos depois, o valor havia caído para US$ 11.
Isso explica as grandes apostas de Ballmer. Ele quer levar a Microsoft à reinvenção, mas sem uma queda como a da IBM. Maior aquisição nos quase 40 anos de história da Microsoft, o Skype, serviço mais popular do mundo em transmissão de voz e imagem pela internet, é sua maior esperança. A estratégia é transformar videogames e smartphones em fontes de receita que compensem a inevitável perda de rentabilidade de Windows, Office e companhia. O Skype deverá ser integrado à rede de games online Xbox Live, ao buscador Bing, ao comunicador Windows Live Messenger e, principalmente, ao sistema móvel Windows Phone 7. Aparelhos da Nokia, ainda a maior fabricante de celulares do mundo em volume, chegarão ao mercado com atalhos para chamadas por Skype – não exatamente uma boa notícia para as companhias telefônicas.
A Microsoft pagou caro, mas não comprou só a tecnologia. O Skype está no centro de uma comunidade com 600 milhões de contas. E é uma marca com ótima reputação entre consumidores – ativo intangível em forte demanda pela Microsoft depois dos fiascos de projetos como o Windows Vista e a plataforma móvel Kin.
A Microsoft-Nokia já é apontada pela consultoria IDC como provável vice-líder no mercado de smartphones em quatro anos – atrás apenas dos fabricantes que adotarem o sistema operacional Android, do Google. Se o Skype for bem assimilado, a gigante de Seattle terá um portfólio de produtos mais abrangente que qualquer empresa de tecnologia. Não há nenhuma certeza nesse caminho. Mas há uma boa chance de dar certo. “Talvez a Microsoft esteja mais perto hoje de virar o monopólio que todo mundo achou que ela seria nos anos 90”, afirma Sílvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife. 

Excelente matéria da Época

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mark Zuckerberg tem perfil no Google+, rede social do Google


A nova rede social do Google, o Google+ (lê-se Google Plus), chegou movimentando a internet. Como virou um fenômeno e muitas pessoas passaram a ser convidadas, a Google rapidamente desativou o sistema de convites, e ontem à tarde mesmo quem os tinha era reencaminhado pra uma tela aonde se lia "Já foi convidado? No momento, excedemos nossa capacidade. Tente novamente em breve." E pelo jeito, ao contrário do acontecido com o Orkut, nós brasileiros não somos os únicos entusiasmados com o Google+. Segundo a Forbes, até mesmo Mark Zuckerberg, o criador da atual mais famosa rede social, o Facebook, já criou seu perfil.
O mais curioso desse fato é que o Google + foi anunciado como a ferramenta que viria para superar a criação de Zuckerberg. A Forbes ainda diz: "Normalmente Mark Zuckerberg está sorrindo nas fotos do seu perfil. Mas o meu colega Quentin Hardy fará com que ele se sinta melhor: ele pensa que o Google+ está competindo com a Microsoft e com o LinkedIn, mas não com o Facebook."
A nova rede social foi lançada com cinco principais funcionalidades: Profile (uma pequena evolução do Google Profile), Circles ("grupos" de amigos que poderão ser selecionados para qualquer coisa compartilhada ¿ você não vai mais ter o perigo de compartilhar sem querer uma foto constrangedora com seu chefe), Sparks (uma timeline de notícias, conforme interesses definidos por você), Hangouts (vídeo-conferência com quem você quiser ¿ uma pessoa, algumas pessoas, um círculo¿) e Mobile features: Huddle (recurso de SMS em grupo) e Instant Upload (serviço de compartilhamento de fotos).
O aplicativo móvel já está disponível na Android Market, e em breve estará disponível na Apple Store. Além disso tudo, ainda existe o botão + 1 (assemelhando-se ao botão "Like" do Facebook), com o qual você vai rankeando seus interesses. Pode-se dizer, simplificadamente, que o Google+ é uma mistura de Orkut, Facebook, Google News, Google Reader, Skype, Twitter e Instagram. Será que pega?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Google quer sua carteira.


A Google lançou oficialmente o serviço "Google Wallet" (carteira Google, em inglês), produto que promete agilizar as compras dos usuários, por tornar possível o pagamento de compras com smartphones Android. Seria possível vincular o pagamento a um cartão de crédito, ou comprar créditos, dentro de um sistema pré-pago.
A tecnologia utilizada é o Near Field Comunication (NFC), que consiste em um chip que se comunica via wireless com um receptor quando os dois ficam próximos. Assim bastaria o cliente aproximar seu celular do leitor e digitar a senha, para finalizar a compra.
O serviço tem semelhanças com o oferecido pela Visa em parceria com o Bank of America, que já está em fase de testes em Nova Iorque. O diferencial do serviço da Google seria um ecossistema mais complexo, possibilitando acumular bônus, ou mesmo utilizar cupons de desconto, durante as transações.
Isto seria possível com um conjunto de informações sobre compras anteriores, armazenados no smartphone, e outros dados, como geolocalização através do GPS do próprio aparelho. Possibilitaria aos lojistas fazer promoções de forma mais dinâmica, também.
O Google Wallet é o resultado de uma parceria da empresa com a MasterCard, Citi, First Data e a operadora de telefonia Spring. Por hora o serviço está disponível apenas nos Estados Unidos, para clientes da empresa de telefonia móvel. As transações são feitas através do PayPass da MasterCard, sistema de pagamento via NFC aceito em mais de 311 mil lojas no mundo.
Pagamentos através deste método já é popular no Japão, onde estimasse que um quinto das compras sejam realizadas com smartphones com o sistema NFC.

Link para o post original

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Angry Birds ultrapassa mais de 200 milhões de downloads


A popular franquia originada nos smartphones, Angry Birds, continua atingindo notáveis marcas, a última é que o game ultrapassou o número de 200 milhões de downloads, de acordo com a Rovio, produtora da série.
A Rovio ainda comemorou a venda de produtos relacionados ao jogo, como canecas, pelúcias, brinquedos, entre outros itens que chegam a mais de 3 milhões de unidades vendidas mundialmente.
A produtora agora se foca em expandir as inspirações de Angry Birds á novos jogos sociais e áreas de entretenimento, prometendo continuar com o crescimento da franquia.

sábado, 5 de março de 2011

O que fazer se o celular molha?

Não importa se foi chuva, café ou cerveja. Veja o que fazer se seu celular tomar um banho.

Por Rafael Rigues, PC World Brasil

Acontece com todo mundo: uma tempestade inesperada ou um gesto descuidado e “chuá!”, seu celular toma aquele banho! E a não ser que você tenha um modelo especialmente resistente a líquidos e outros acidentes (como o Motorola Defy), isso pode ser fatal. Mas você pode ao menos tentar salvar o aparelho, veja como. Você também pode tentar estas dicas com pequenos gadgets como câmeras digitais e MP3 Players.
1. Desligue, JÁ!
Se seu celular for molhado, não importa o líquido, a primeira providência é desligá-lo. E não estou falando de “apertar o botão de força por dois segundos, esperar aparecer a janelinha, clicar em desligar e esperar mais cinco segundos”. Arranque a bateria o mais rápido que puder, cada segundo conta. Se o líquido conseguir criar um “curto” entre dois ou mais pontos da placa de circuito e ela estiver energizada, isso pode ser fatal.
2. Deixe escorrer
O celular estava sobre a mesa, com o teclado para cima, e o líquido caiu sobre ele? Vire-o com o teclado para baixo e deixe todo o líquido escorrer.
3. Seque bem
Pegue um pedaço de pano absorvente ou toalhas de papel e seque bem o aparelho. Seque todos os cantos que conseguir. Isso não vai eliminar a água que já está dentro dele, mas irá eliminar o excesso que ainda poderia se infiltrar.
4. Consiga um pouco de arroz
Coloque o celular em um pote e cubra-o com arroz cru. Parece besteira, mas funciona. O arroz irá absorver a umidade, ajudando a secar o aparelho mais rapidamente. Sílica gel (aqueles cristaizinhos transparentes encontrados em saquinhos dentro de eletrônicos) cumpre o mesmo papel, mas arroz é muito mais barato e fácil de encontrar. Deixe o celular dentro do arroz por 24 horas.
5. Evite o sol
Há pessoas que colocam o aparelho diretamente sob a luz do sol para secar. Isso pode piorar a situação, especialmente com o calorão do verão. Um sol de 40 graus por duas horas pode causar danos ao LCD, “estufar” a bateria e até mesmo amolecer peças plásticas ou o adesivo que as mantém no lugar. O mesmo vale para secadores de cabelo. Evite.
6. Respire fundo e... faça o teste
Depois de um dia tire o celular de dentro do arroz, limpe-o bem, verifique se todas as peças estão mesmo secas, recoloque a bateria e tente ligá-lo. Se você agiu rápido, há boas chances dele funcionar. Se não, corra pra assistência técnica mais próxima. E na próxima vez, invista em uma capinha para proteger o aparelho.

Matéria do IDG

Microsoft lança contagem regressiva para a morte do IE6

O IE 6 death clock tem como objetivo aposentar de vez o browser da empresa; grande parte do uso é proveniente da China.

Por Computer World / EUA

A Microsoft lançou nesta sexta um “deathwatch”, uma espécie de contagem regressiva, para o velho (e não por isso bom) Internet Explorer 6, dizendo que queria “ver o IE6 extinto de verdade”. De acordo com a companhia, que citou dados da empresa de estatísticas da web Net Applications, o IE6 – com mais de dez anos de existência – ainda possui 12% de taxa de uso global, quase metade proveniente da China.
O objetivo da empresa é diminuir a taxa de mercado do IE6 para menos de 1%. “Anunciamos o próximo passo de nossa missão para aposentarmos o Internet Explorer 6 de vez” disse Roger Capriotti, diretor de marketing do IE, em um post nesta sexta-feira (04/03).
O endereço ie6countdown.com mostra os números da Net Applications para o IE6 em 43 países, incluindo EUA, China, Japão, Alemanha e Rússia, assim como a taxa global de uso do navegador. O site também exibe links em que departamentos corporativos de TI dão conselhos de como migrar para navegadores mais atuais. Em países desenvolvidos como os Estados Unidos, o IE6 está entrincheirado em empresas, nas quais fazer upgrades pode ser difícil porque aplicações Web ou intranets são desenvolvidas para ele.
China lidera
A Microsoft não fez questão de deixar em segredo sua campanha para matar o IE6. Em agosto de 2009, um dos executivos da companhia declarou que “amigos não deixam amigos usarem Internet Explorer 6”. Esse movimento ajudou a diminuir o uso do browser, que, à época, caiu em 25%. Capriotti juntou o lançamento do site da contagem regressiva do navegador com o primeiro aniversário do funeral do IE6. A Microsoft enviou um bouquet de flores para o evento, com um cartão no qual podia ser lido “Obrigado pelos velhos tempos, IE6”.
De acordo com a Net Applications, a China lidera com a maior porcentagem de usuários que utilizam o navegador: 34,5%. “Na China, o IE6 continua como um browser dominante”, disse Vince Vizzaccaro, vice presidente da empresa. Outros países com uso acima da média incluem Coreia do Sul (24.8%), Índia (12.3%) e Taiwan (10.7%). Nos Estados Unidos, a parcela de mercado é de somente 2.9%.
Apesar de a Microsoft chancelar o IE8 o IE9 como substitutos imediatos para o IE6 e IE7, não foi possível impedir os usuários de abandonarem o navegador da empresa e migrarem para alternativas como o Chrome, da Google, ou o Safari, da Apple. Nos últimos 12 meses, o IE caiu 4.8%, chegando a 56.8% de parcela de mercado, e as perdas poderiam ter sido maiores se a Net Applications não tivesse revisto seu critério de avaliação último mês. A mudança fez com que o IE tivesse a maior parcela de uso em um único mês desde quando a empresa começou a registrar o uso do navegador.
Durante esse mesmo período, o Chrome cresceu 5.3 pontos, enquanto o Safari aumentou sua parcela de mercado em 1.9%, Se o IE6 continuar a cair no mesmo ritmo que obteve ano passado, o browser deve despencar para menos de 1% até junho e 2012. Mesmo assim, a Microsoft prometeu suporte ao IE6 até abril de 2014.

Matéria do IDG