sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Empresas precisam evitar que migração para IPv6 paralise suas redes

A tendência é a de que a adoção do novo protocolo, somada à virtualização e à cloud computing, aumente a complexidade das redes, alerta entidade.

Quase metade dos gestores de TI enfrentam problemas nas suas redes todos os meses por erro humano, revela estudo da Enterprise Management Associates (EMA). Segundo Jim Frey, diretor da entidade, 80% das médias empresas nos EUA tiveram pelo menos um erro por mês.
O estudo da EMA ouviu 100 gerentes de TI de médias empresas e constatou que, em média, as empresas têm de corrigir cinco a seis erros por mês e o problema só deve piorar. A mudança para o protocolo IPv6, a virtualização e a cloud computing vão aumentar a complexidade das redes e levar a mais erros de configuração.
"Receio que muitas organizações estejam prontas para um duro despertar quando tentarem retirar uma ampla vantagem das aplicações de virtualização; a quantidade de alterações na rede e nos requisitos em tempo real será difícil para os responsáveis de TI sem as ferramentas de automação necessárias”.
A mudança para o IPv6 pode revelar-se particularmente disruptiva – segundo a pesquisa da EMA, patrocinada pela Infoblox. Apenas 43% das organizações já começaram a sua transição para o IPv6, apesar do último bloco de endereços IPv4 já ter sido enviado para as entidades registradoras regionais.
Apesar da aceitação generalizada da importância da automação da rede, as empresas estão mais lentas que o necessário na implementação da tecnologia. Segundo a EMA, apenas 14% das empresas automatizaram mais de metade das suas tarefas administrativas diárias, embora 74% dos gestores concordarem que ofereceu uma maior estabilidade.

Matéria do IDG

sábado, 29 de janeiro de 2011

Nova central de mensagens do Facebook chega ao Brasil


O Facebook liberou para os usuários brasileiros na noite de quinta-feira seu novo sistema de mensagens, o Facebook Messages. A sacada do novo serviço é concentrar em um só lugar as mensagens trocados pela pessoa via e-mail, bate-papo, SMS e dentro do próprio site, além de permitir a interação do usuário da rede com pessoas de fora.
O sistema gera um endereço de e-mail para o usuário com a extensão @facebook.com. Quem quiser usar a ferramenta deve solicitar neste link . A oferta do serviço aos usuários acontecerá aos poucos.
Com o Facebook Messages, quem tem perfil na rede social poderá enviar e receber e-mails (inclusive para/de endereços externos e com anexo) sem sair do site.
A partir de agora, SMSs enviados pelos usuários cadastrados no sistema são incorporadas às suas conversas, ao lado do histórico de mensagens tradicionais e bate-papo.
"Isso permite que você e seus amigos enviem mensagens uns para os outros mesmo quando não estiverem no computador", afirma a página do Facebook.
O mecanismo agrupa em uma única janela todas as mensagens trocadas com determinado contato, possibilitando acesso rápido ao histórico. Na pasta principal, o usuário visualiza as mensagens de seus amigos e dos amigos dos seus amigos.
"É um local central para controlar toda a sua comunicação particular, dentro e fora do Facebook. Agora, quando você visualiza uma conversa, está na verdade vendo um histórico completo de toda a comunicação que compartilhou com essa pessoa no Facebook - é como ter um registro contínuo da sua amizade" diz o texto de explicação do serviço.
O sistema foi anunciado em dezembro pelo Facebook . Mark Zuckerberg, fundador da página, saudou o lançamento como o futuro das mensagens eletrônicas.
- Nosso serviço baseia-se em três vertentes. A primeira é a de mensagens sem barreiras. A segunda, um histórico de todas as conversas. A terceira, uma caixa de entrada social - afirmou Zuckerberg à época.
O novo serviço de mensagens levou mais de um ano para ser desenvolvido, e a infraestrutura de software da rede social passou por mudanças, recebendo ajuda da comunidade mundial de programadores open-source. Quinze engenheiros foram designados para a tarefa. 

Link da Matéria no Globo

domingo, 23 de janeiro de 2011

Portugal na maior feira internacional de tecnologia


Um quadro interativo em cerâmica, mobiliário inovador e uma solução informática para a nova geração de escolas são produtos que três empresas portuguesas mostram na maior feira internacional de tecnologia e material educativos, em Londres.
A Bi-Bright aproveitou a segunda participação em Londres na BETT, que abriu na quarta-feira e que se prolongou até ontem, sábado, para lançar a nova gama de quadros interativos, cujas funcionalidades que podem ser ativadas com a mão ou outros objeto.
O “eRed” pode também ser usado como uma quadro convencional e beneficia de ter uma base em cerâmica, mais resistente ao uso, vincou Hélder Lopes, responsável pelo desenvolvimento do negócio da empresa.
“Somos uma poucas empresas do mundo que produzem um quadro interativo que tem superfície cerâmica”, afirmou à agência Lusa.
A tecnologia, que usa infra vermelhos e lâmpadas LED, que reduzem o consumo de energia, é “produzida em Portugal, integrada em Portugal e vendida para todo o mundo a partir de Portugal”.
Parte do grupo Bi-Silque, líder mundial em produtos de comunicação visual para a casa e escritório, a Bi-Bright foi criada há ano e meio e tem por objetivo imitar a casa mãe, que exporta 95 por cento da produção.
A internacionalização é também uma meta para a Nautilus, que tem sido distinguida pelos produtos de mobiliário escolar e também como uma das melhores PME nacionais.
 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Conheça o novo Windows 8 e suas funções



Além de prometer revolucionar a maneira como o usuário interage com a sua máquina, a Microsoft ressaltou que desempenho e suporte a novas tecnologias como processadores de 128 bits, renderização tridimensional em rede e comandos dinâmicos por voz são o foco do novo sistema.

Windows Store
A Microsoft pode lançar em breve a Windows Store, um lugar para adquirir aplicativos para Windows e, aparentemente, dispositivos móveis também. O serviço seria hospedado em clould computing ou seja “nas nuvens” e ajudaria desenvolvedores a atingir seu público-alvo.
Inclusive o domínio: windowsstore.com. Já está registrado e pode ser lançado em breve.
Reconhecimento Facial

A data prevista para o lançamento do Windows 8 é 2012. Imagine você fazer o login na sua máquina com seu rosto? O PC detectaria a presença do usuário e faria o login automaticamente.
O palpite dos mais entusiastas é a aplicação do conceito Kinect ao login do Windows 8, o que dá margem para várias possibilidades interessantes. Por exemplo, sentar-se na cadeira para ligar o computador, e apenas levantar para entrar em modo de hibernação. E se outra pessoa aparecer na câmera? Simples, o sistema alterna o usuário.
Display avançado

O 3D já está em toda parte. Em 2012, pode ser algo razoavelmente simples e acessível. Rumores apontam bastante atenção da Microsoft com a experiência gráfica do sistema. Um dos destaques é a detecção de luz do ambiente para automaticamente ajustar o brilho da imagem em conformidade.
Portabilidade
A possibilidade manter dados pessoais em “cloud computing” pode indicar dois focos da Microsoft: levar o Windows 8 facilmente a diversas plataformas e aproximar cada vez mais a experiência do usuário com dispositivos móveis no desktop. tecnologia que alimenta os iPhones).
O sistema oferecerá, além do suporte para navegação por toques múltiplos — para zoom, e até remanejamento de arquivos —, reconhecimento extensivo de gestos.
Ou seja, para abrir a evolução do Menu Iniciar basta arrastar o dedo para cima da tela…
Quer maximizar todas as janelas? Então agite seus dedos de forma desordenada pela tela. Se não estiver próximo do monitor, não se preocupe, pois a mesma câmera utilizada para o login reconhece todos os seus movimentos, transformando-os em comandos quando solicitada.
Outro exemplo interessante, demonstrado pela Microsoft em uma conferência na Califórnia, foi a ordenação de espaços de modo personalizado.
Para fazer com que as janelas ocupem espaços fixos em sua tela, basta tocar com os dedos todos os programas escolhidos e depois arrastar novamente o dedo nas áreas que cada um deve ocupar.

Estas são apenas algumas funções que devem estar disponíveis no Windows 8. Basta saber se todas elas serão implementadas no novo sistema que está chegando!

Fonte: webdig 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Novo formato para endereço permite que internet continue crescendo, diz analista


A internet tem fim? Se continuarmos usando os protocolos que estamos atualmente, a resposta é sim e em apenas dois anos, segundo estimativas de Rodrigo Regis do Santos, analista de projetos do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR). Mas não há motivo para desespero, uma alternativa já foi criada.
A solução para o problema é o novo protocolo IPv6, que está sendo usado na Campus Party por alguns participantes. Santos falou com os campuseiros nesta quarta-feira (19).
Para entender os protocolos que guiam a conexão com a internet, é preciso compreender o conceito de IP. O IP é um número que identifica os computadores, como se fosse um endereço de uma casa ou um número de telefone.
Atualmente, estamos usando o IPv4 --a quarta versão do protocolo de internet--, mas as possibilidades oferecidas por ele estão se esgotando. "O IPv4 tem poucos endereços disponíveis agora. Em provalmente dois anos, não vamos mais ter endereços", explica Santos.
A adoção do IPv6, uma nova versão do sistema de protocolo com opções infinitas de endeços, é a solução, aponta o analista.
Santos divide a história da internet em três estágios: "Inicialmente, a rede ligava os computadores. Depois, começou a ligar as pessoas, por meio das redes sociais e outros serviços do tipo. Agora, é a vez da internet das coisas". Ele define a internet das coisas, como o período em que dispositivos que, inicialmente não se conectavam a rede, passam a fazer parte da web. Agora são carros, tablets e celulares também conectados.
O desenvolvimento do IPv6 começou no início dos anos 2000, mas a adoção ainda é pequena. "Apesar de pouca, a utilização do IPv6 está crescendo, principalmente desde 2008 e 2009."
Ao usuário final, a migração entre protolocos não deve fazer muita diferença, estima o analista. 
AMANDA DEMETRIO
DE SÃO PAULO  

Confira a matéria na Folha

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Transcend lança pendrive com leitor de impressão digital


A Taiwanesa Transcend está trazendo para o mercado nacional a família de pendrives Jet Flash 220, que traz um leitor de impressões digitais integrado. Disponíveis em versões com 2, 4, 8 ou 16 GB de armazenamento, os pendrives podem ser dividos em dois "drives": um público, com acesso irrestrito, e outro protegido, que só pode ser acessado mediante a leitura de uma impressão digital autorizada.
Também há software que funciona como um gerenciador de senhas, permitindo ao usuário fazer o login em seus sites favoritos, de webmail a redes sociais, usando apenas a impressão digital. Segundo a fabricante, o pendrive usa o algoritmo de criptografia AES 256, usado pelo governo dos EUA, para proteger as informações.
Os pendrives da família Jet Flash 220 tem preço sugerido a partir de R$ 70
Rafael Rigues
11-01-2011
 Fonte: PCWolrd

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Conheça as logomarcas de todas as edições das Olimpíadas desde 196O


O Rio de Janeiro mostrou para o mundo nesta sexta-feira a logomarca das Olimpíadas de 2016. É hora, então, de recordar as imagens das edições passadas. Confira as logos desde Atenas-1896.
A evolução da comunicação visual é notável nas logomarcas dos Jogos. De Atenas-1896 a Antuérpia-1920, havia apenas cartazes para representar a competição, sempre com identidades visuais ligadas à época e às cidades-sedes. A primeira edição com uma logomarca de fato foi a de Paris-1924. Quatro anos depois, em Amsterdã, não houve logo, mas a tradição ganhou força em 1932 (Los Angeles) e, de lá para cá, marcou presença em todas as edições.
Quem estampou os aros olímpicos na logo pela primeira vez foi Los Angeles, em 1932 - todos os outros fizeram o mesmo, com exceção de Munique-1972. Simples ou complexas, algumas marcas entraram para a história, como a de Tóquio-1964, com o símbolo do país, e a do México em 1968, com linhas paralelas que ficaram famosas.
Los Angeles, que já tinha feito história em 1932, voltou a inovar em 1984, quando integrou logomarca, mascote, cores e conceitos numa concepção visual que se espalhou por toda a cidade. Agora é a vez do Rio. Nos próximos seis anos, a marca lançada nesta sexta em Copacabana vai ficar no imaginário não só do carioca, mas dos amantes do esporte em todo o planeta.

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