sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Quebrou a tela do smartphone? Saiba avaliar se vale trocar ou comprar um novo

 

A tela dos seu smartphone quebrou? Aparelhos e gadgets atuais ainda são feitos com materiais sensíveis, e é comum encontrar pessoas que utilizem celulares com as telas rachadas - ou até mesmo quebradas. Se isso acontecer com você, qual é a melhor maneira de saber se vale a pena trocar o aparelho ou o display?

Como telas rachadas ou quebradas frequentemente caracterizam um mau uso do smartphone, o serviço de garantia de todos os fabricantes não cobre o conserto ou a troca do aparelho. Assim, mesmo que a fissura no display de seu celular apareça ainda durante o período em que a garantia esteja valendo, o reparo da tela sempre demandará um custo que deverá ser feito por sua conta.

Esta é regra padrão para todos os possíveis problemas causados em consequência de mau uso, descuidos ou alterações na estrutura do aparelho que não estiverem autorizadas pelo fabricante do gadget.

Desta forma, talvez seja bom contratar um serviço de seguro para o seu smartphone, como o oferecido por certas operadoras de telefonia nacionais e empresas de seguro. Porém, é importante ler os contratos com atenção antes de concordar com os termos para saber o que o plano estará cobrindo.

Como na maioria dos casos o celular foi derrubado no chão ou sofreu um forte impacto, o usuário precisa estar atento principalmente na perda de funcionalidade dos recursos da tela ou de um provável comprometimento de peças internas do gadget.

Caso o problema seja mais estético, você pode tentar proteger melhor o aparelho com um case e uma película, evitando que as fissuras fiquem expostas e vulneráveis a impactos que possam aumentá-las.

Também é possível contratar profissionais especializados para fazer a troca da tela quebrada do smartphone por uma nova, independentemente da extensão do dano sofrido pelo aparelho.

A opção mais comum é procurar a assistência técnica do fabricante do celular para que seja feita a operação de troca de tela. Em geral, dependendo da marca e do modelo, o custo deste serviço pode acabar saindo em torno de 30% a 50% do valor original do aparelho, se este não for um top de linha.

No caso de iPhones, dificilmente as autorizadas farão a troca da tela danificada, pois a operação é muito trabalhosa e cara. A política da Apple é geralmente enviar um iPhone novo, mas com uma garantia menor, de somente três meses.

 

Uma opção mais econômica, para qualquer marca de smartphone, é a de procurar técnicos não credenciados. Eles possuem materiais e recursos para retirar o display quebrado e colocar um novo. Este serviço pode ser feito em lojas especializadas. A operação geralmente é eficiente e possui um custo que, dependendo da mão de obra e do modelo do celular, pode sair muito mais barato.

 

Fonte: techtudo

sábado, 21 de novembro de 2015

Microsoft comemora 30 anos do lançamento do Windows

 

A Microsoft comemora nesta sexta-feira, 20, o aniversário de 30 anos do lançamento da primeira versão do sistema operacional Windows. A primeira versão do software, chamada de Windows 1.0, foi anunciada em 20 de novembro de 1985 – a empresa foi fundada 10 anos antes. Ela foi a primeira tentativa da Microsoft em criar uma interface gráfica para computadores, que permitisse o uso de teclado e mouse para interagir com aplicativos.

 

Confira a matéria completa:

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Huawei é já a segunda marca de smartphones Android na Europa

Há marcas que têm crescido de forma exponencial e que são cada vez mais reconhecidas. A Huawei é uma dessas marcas, que a cada dia está mais conhecida e que tem ofertas que satisfazem os consumidores.

Depois de ter conquistado uma quota de mercado única no seu país de origem, consegue agora uma nova posição de destaque, ao passar a ser a segunda maior marca de smartphones na europa.

A Huawei tem crescido ao longo dos anos, cada vez apresentando equipamentos com tecnologias que competem directamente com os gigantes da tecnologia.

Longe de ser para já uma marca de status, a Huawei tem conseguido impor-se graças à qualidade dos seus equipamentos, algo que para os consumidores é importante e que gera confiança.

A sua presença na China, o seu país de origem, é já de topo, tendo recentemente conquistado a primeira posição nas vendas de smartphones. Sendo este o seu país de origem, este feito poderia parecer menor, não fosse estar a competir com marcas como a Xiaomi ou a própria Apple.

Depois desta sua posição, a Huawei consegue agora uma nova marca, ao ser classificada como a segunda marca de referência no mercado europeu, ultrapassando marcas como a HTC, Motorola ou Sony. À sua frente ficou apenas uma marca, a sempre poderosa Samsung.

Esta informação surge de uma análise que a Kantar Worldpanel, que declara que nos 5 principais mercados europeus a marca chinesa ultrapassou as rivais, tendo apenas à sua frente a Samsung.

Thanks to an increase in marketing focus and the weakening of brands such as Sony, HTC, and Motorola, Huawei was able to rise to second place among Android brands in Europe from sixth place in 2014.

With a wider portfolio of products ranging from the high-end all the way to the low-end, Huawei made particular inroads in Spain and Italy.

Estes cinco mercados são exemplificativos do comportamento geral do resto da europa. Com os mercados do Reino Unido, França, Itália, Espanha e Alemanha foi tirada uma fotografia que mostra o que se passa no resto da europa.

Curiosamente é nos mercados Italiano e Espanhol que a Huawei tem melhor prestação, com os seus modelos quer de entrada de gama quer nos de mais elevada qualidade.

Em apenas um ano, e na Europa, a Huawei subiu do sexto lugar para o segundo, muito por causa de equipamentos como o Mate 7, o P8 ou o Mate S.

Para além destes smartphones de topo, com todas as suas qualidades e funções particulares, é a sua sub-marca que vai ganhando terreno. A Honor tem conseguido alavancar a Huawei, com as vendas a subirem de forma exponencial.

A Honor consegue dar aos consumidores equipamentos com funcionalidades que herda dos modelos de topo da Huawei, mas consegue manter os preços em valores competitivos e acessíveis.

Com a chegada do Nexus 6P, que a Huawei criou em parceria com a Google, esta posição de destaque vai com certeza crescer ainda mais e começar a aproximar-se da Samsung.

Via: pplWare

http://olhardigital.uol.com.br/fique_seguro/noticia/facebook-e-mais-uma-empresa-a-defender-o-fim-das-senhas/52733

Facebook é mais uma empresa a defender o fim das senhas

Matéria Interessante

POR RENATO SANTINO

Pode perguntar para qualquer especialista em segurança: senhas são um método defasado de segurança. Agora uma nova voz se junta aos pedidos para um novo padrão de autenticação. Alex Stamos, chefe global de segurança do Facebook, é mais um dos ativistas pelos fins da senha. Ele defende que elas se tornem “uma coisa do passado”.

Em apresentação, Stamos diz que as senhas como conhecemos hoje surgiram dos múltiplos usuários em computadores mainframe dos anos 1970, mas elas não fazem mais sentido em 2015.

Contudo, como toda a indústria de tecnologia ainda quebra a cabeça para definir um padrão novo para segurança, Stamos não finge ter as respostas. Ele aponta que o grande problema é que na área de segurança não há a flexibilidade para experimentar novos métodos que permitam às pessoas falharem para saber o que funciona ou não. “Precisamos ser mais abertos para permitir que as pessoas avancem e testem novas opções e cometam erros sem que isso se torne um escândalo massivo”, ele diz.

Por enquanto, uma das possibilidades mais próximas da realidade é a biometria. Cada vez mais smartphones, tablets e laptops já contam com um leitor de impressões digitais e da íris ou tecnologia de reconhecimento facial que podem ser um novo começo para a autenticação.

Também há identificação em dois fatores, nos quais um outro dispositivo é usado para verificar que uma pessoa é quem ela diz que é, por meio de um código recebido no celular, por exemplo. Este método não elimina totalmente as senhas, mas já diminui sua importância. O Yahoo, no entanto, já chegou a implantar um acesso livre de senhas em seu serviço de e-mail.

Via: Olhar Digital

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

WhatsApp: sete funções 'escondidas' que deixam o app ainda melhor

O WhatsApp tem várias funções que deixam o uso do aplicativo mais fácil e divertido. Truques como burlar o check azul para ler mensagens sem ser percebido, bloquear pessoas inconvenientes e até enviar imagens que, na verdade, são "pegadinhas", podem ser úteis na hora de se comunicar com os amigos. 

Como reduzir o uso de dados em ligações no WhatsApp para Android?

 

Confira a reportagem completa no techtudo

sábado, 31 de outubro de 2015

Globo Play leva TV aberta para PCs, tablets e smartphones. Confira o teste

Conheça os recursos

http://epoca.globo.com/vida/experiencias-digitais/noticia/2015/10/globo-play-leva-tv-aberta-para-pcs-tablets-e-smartphones-confira-o-teste.html

 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Windows 95… faz anos


Vinte anos !!!

Dia 24 de Agosto de 1995, a Microsoft lançava uma das mais marcantes versões do Windows. O Windows 95 chegou ao mercado e mudou para sempre a forma como o mundo passou a utilizar o computador.

domingo, 4 de dezembro de 2011



Um artigo mega interessante sobre a história das Olimpíadas

Clique aqui

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Imagens do novo menu iniciar do Windows 8 são reveladas

 

Em blog da Microsoft é possível assistir a vídeo no qual tais detalhes são exibidos. Cores utilizadas serão as mesmas do WP7.

Dia vai, dia vem, e a Microsoft, aos poucos, vai revelando detalhes de seu próximo sistema operacional, o Windows 8. Dessa vez, a companhia liberou imagens do menu Iniciar, que adota a interface Metro, presente também no Windows Phone.
A rigor, as informações foram obtidas a partir de um vídeo exibido, que abordava o tratamento sobre arquivos ISO e VHD. Ainda assim, foi possível descobrir algumas coisas a respeito do recurso. Ele terá quatro opções: pesquisar, compartilhar, dispositivos, e configurações. A cor da fonte é branca e o fundo, preto. No entanto, o tradicional azul do SO continua lá.
O contrates entre os dois estilos é marcante, e mostra o quão difícil será para Microsoft unir o tema Metro a interface convencional da plataforma. Ela, provavelmente, terá de adotá-lo como um todo ou esquecê-lo, deixando que as cores usuais retornem.
O estilo, porém, dificilmente terá sua adoção postergada. Em abril, imagens da tela de boas vindas foram divulgadas e ela seguia o mesmo padrão. Vale lembrar, também, que toda a interface do Windows 8 é baseada no Metro, com grandes retângulos interativos – os hubs – cobrindo o desktop.
A companhia de Redmond têm frequentemente divulgado novidades a respeito do Windows 8 em seu blog. Recentemente, mostrou um renovado Explorer e melhorias na transferência de arquivos. Mais informações são esperadas para este mês, entre os dias 13 e 16, no evento que a empresa organizará para desenvolvedores.
(Jared Newman)
Fonte: IDG NOW

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Um olhar para o futuro da Microsoft


A IBM era um ícone que foi ao inferno – até se reinventar. A Microsoft já não é mais um ícone – mas quer dar a volta por cima antes de cair Por Guilherme Felitti  Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 70 que a IBM. Seus jovens e bem-vestidos executivos, ocupados em programar grandes computadores para grandes companhias, eram a imagem do futuro. Em 1981, o lançamento do IBM 5150 PC deu início à era dos computadores pessoais e foi recebido como um passaporte para anos de inovação e lucros. Uma década depois, a companhia sangrava, com prejuízos anuais que chegaram a US$ 8 bilhões. Escapar da obsolescência custou caro. Na célebre reestruturação comandada por Lou Gerstner, seu principal executivo a partir de 1993, a IBM desistiu da área de PCs, demitiu 35 mil funcionários e se concentrou em duas áreas: softwares e serviços. A nova orientação, levada ao extremo por Sam Palmisano, sucessor de Gerstner, recolocou a “big blue” perto do topo. Ela é hoje a segunda maior empresa de tecnologia do mundo – atrás apenas da Apple –, com receita anual na casa dos US$ 100 bilhões. Não é mais, contudo, um ícone da inovação, nem a companhia sexy dos sonhos dos melhores universitários.  Uma das maiores responsáveis pelo tombo da IBM foi a companhia comandada pelo jovem Bil Gates. Empresa nenhuma de tecnologia usufruía de maior prestígio na década de 90 que a Microsoft... Windows, Office, navegadores, softwares de produtividade – durante mais de dez anos a companhia concebida por Bill Gates parecia imbatível. Será que a história vai se repetir? A vanguarda da inovação está hoje na computação em nuvem, dominada pelo Google, e na mobilidade, reino da Apple – áreas nas quais a Microsoft apostou pouco e mal. Até agora. Duas transações bilionárias executadas no curto intervalo de três meses são, claramente, um movimento decidido da companhia para voltar a ser relevante. Primeiro, em fevereiro, uma aliança com a Nokia, avaliada em US$ 1 bilhão. Depois, em maio, um investimento de US$ 8,5 bilhões para comprar o Skype.  A sombra que paira_Diferentemente da IBM dos anos 90, a Microsoft passa longe do prejuízo. Desfruta até hoje da aposta de Gates em uma arquitetura fechada de negócios, graças à qual colhe sozinha os lucros gerados pelos softwares que desenvolve. Outro trunfo da Microsoft é sua eficiência operacional. No ano passado, a IBM faturou mais que ela. Mas lucrou menos.  Dinheiro em caixa, porém, não é tudo. A Microsoft já não é identificada como vanguarda tecnológica há muito tempo. E a velocidade com que o mercado ruma para a internet e as plataformas móveis gera discussões entre analistas e investidores: por quanto tempo a Microsoft será capaz de manter seus bons resultados?
No próximo dia 27, Steve Ballmer completa três anos como principal estrategista e figura pública da Microsoft. Se o comportamento das ações da companhia serve como métrica para medir seu desempenho desde que Bill Gates se aposentou, o balanço é desanimador. Até o dia 25 de maio, os papéis acumulavam queda de 14,3%. No mesmo período, o índice com as principais ações da bolsa eletrônica Nasdaq registrava alta de 14,7%. Como consequência, a Apple e a própria IBM a ultrapassaram em valor de mercado. Sem resultados animadores nem Gates, o desempenho de Ballmer vem sendo contestado. Paira sobre ele o espectro de John Akers. O antecessor de Lou Gerstner assumiu a IBM em 1985 com as ações da empresa cotadas a US$ 33. Ao passar o bastão, oito anos depois, o valor havia caído para US$ 11.
Isso explica as grandes apostas de Ballmer. Ele quer levar a Microsoft à reinvenção, mas sem uma queda como a da IBM. Maior aquisição nos quase 40 anos de história da Microsoft, o Skype, serviço mais popular do mundo em transmissão de voz e imagem pela internet, é sua maior esperança. A estratégia é transformar videogames e smartphones em fontes de receita que compensem a inevitável perda de rentabilidade de Windows, Office e companhia. O Skype deverá ser integrado à rede de games online Xbox Live, ao buscador Bing, ao comunicador Windows Live Messenger e, principalmente, ao sistema móvel Windows Phone 7. Aparelhos da Nokia, ainda a maior fabricante de celulares do mundo em volume, chegarão ao mercado com atalhos para chamadas por Skype – não exatamente uma boa notícia para as companhias telefônicas.
A Microsoft pagou caro, mas não comprou só a tecnologia. O Skype está no centro de uma comunidade com 600 milhões de contas. E é uma marca com ótima reputação entre consumidores – ativo intangível em forte demanda pela Microsoft depois dos fiascos de projetos como o Windows Vista e a plataforma móvel Kin.
A Microsoft-Nokia já é apontada pela consultoria IDC como provável vice-líder no mercado de smartphones em quatro anos – atrás apenas dos fabricantes que adotarem o sistema operacional Android, do Google. Se o Skype for bem assimilado, a gigante de Seattle terá um portfólio de produtos mais abrangente que qualquer empresa de tecnologia. Não há nenhuma certeza nesse caminho. Mas há uma boa chance de dar certo. “Talvez a Microsoft esteja mais perto hoje de virar o monopólio que todo mundo achou que ela seria nos anos 90”, afirma Sílvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife. 

Excelente matéria da Época

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mark Zuckerberg tem perfil no Google+, rede social do Google


A nova rede social do Google, o Google+ (lê-se Google Plus), chegou movimentando a internet. Como virou um fenômeno e muitas pessoas passaram a ser convidadas, a Google rapidamente desativou o sistema de convites, e ontem à tarde mesmo quem os tinha era reencaminhado pra uma tela aonde se lia "Já foi convidado? No momento, excedemos nossa capacidade. Tente novamente em breve." E pelo jeito, ao contrário do acontecido com o Orkut, nós brasileiros não somos os únicos entusiasmados com o Google+. Segundo a Forbes, até mesmo Mark Zuckerberg, o criador da atual mais famosa rede social, o Facebook, já criou seu perfil.
O mais curioso desse fato é que o Google + foi anunciado como a ferramenta que viria para superar a criação de Zuckerberg. A Forbes ainda diz: "Normalmente Mark Zuckerberg está sorrindo nas fotos do seu perfil. Mas o meu colega Quentin Hardy fará com que ele se sinta melhor: ele pensa que o Google+ está competindo com a Microsoft e com o LinkedIn, mas não com o Facebook."
A nova rede social foi lançada com cinco principais funcionalidades: Profile (uma pequena evolução do Google Profile), Circles ("grupos" de amigos que poderão ser selecionados para qualquer coisa compartilhada ¿ você não vai mais ter o perigo de compartilhar sem querer uma foto constrangedora com seu chefe), Sparks (uma timeline de notícias, conforme interesses definidos por você), Hangouts (vídeo-conferência com quem você quiser ¿ uma pessoa, algumas pessoas, um círculo¿) e Mobile features: Huddle (recurso de SMS em grupo) e Instant Upload (serviço de compartilhamento de fotos).
O aplicativo móvel já está disponível na Android Market, e em breve estará disponível na Apple Store. Além disso tudo, ainda existe o botão + 1 (assemelhando-se ao botão "Like" do Facebook), com o qual você vai rankeando seus interesses. Pode-se dizer, simplificadamente, que o Google+ é uma mistura de Orkut, Facebook, Google News, Google Reader, Skype, Twitter e Instagram. Será que pega?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Google quer sua carteira.


A Google lançou oficialmente o serviço "Google Wallet" (carteira Google, em inglês), produto que promete agilizar as compras dos usuários, por tornar possível o pagamento de compras com smartphones Android. Seria possível vincular o pagamento a um cartão de crédito, ou comprar créditos, dentro de um sistema pré-pago.
A tecnologia utilizada é o Near Field Comunication (NFC), que consiste em um chip que se comunica via wireless com um receptor quando os dois ficam próximos. Assim bastaria o cliente aproximar seu celular do leitor e digitar a senha, para finalizar a compra.
O serviço tem semelhanças com o oferecido pela Visa em parceria com o Bank of America, que já está em fase de testes em Nova Iorque. O diferencial do serviço da Google seria um ecossistema mais complexo, possibilitando acumular bônus, ou mesmo utilizar cupons de desconto, durante as transações.
Isto seria possível com um conjunto de informações sobre compras anteriores, armazenados no smartphone, e outros dados, como geolocalização através do GPS do próprio aparelho. Possibilitaria aos lojistas fazer promoções de forma mais dinâmica, também.
O Google Wallet é o resultado de uma parceria da empresa com a MasterCard, Citi, First Data e a operadora de telefonia Spring. Por hora o serviço está disponível apenas nos Estados Unidos, para clientes da empresa de telefonia móvel. As transações são feitas através do PayPass da MasterCard, sistema de pagamento via NFC aceito em mais de 311 mil lojas no mundo.
Pagamentos através deste método já é popular no Japão, onde estimasse que um quinto das compras sejam realizadas com smartphones com o sistema NFC.

Link para o post original

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Angry Birds ultrapassa mais de 200 milhões de downloads


A popular franquia originada nos smartphones, Angry Birds, continua atingindo notáveis marcas, a última é que o game ultrapassou o número de 200 milhões de downloads, de acordo com a Rovio, produtora da série.
A Rovio ainda comemorou a venda de produtos relacionados ao jogo, como canecas, pelúcias, brinquedos, entre outros itens que chegam a mais de 3 milhões de unidades vendidas mundialmente.
A produtora agora se foca em expandir as inspirações de Angry Birds á novos jogos sociais e áreas de entretenimento, prometendo continuar com o crescimento da franquia.

sábado, 5 de março de 2011

O que fazer se o celular molha?

Não importa se foi chuva, café ou cerveja. Veja o que fazer se seu celular tomar um banho.

Por Rafael Rigues, PC World Brasil

Acontece com todo mundo: uma tempestade inesperada ou um gesto descuidado e “chuá!”, seu celular toma aquele banho! E a não ser que você tenha um modelo especialmente resistente a líquidos e outros acidentes (como o Motorola Defy), isso pode ser fatal. Mas você pode ao menos tentar salvar o aparelho, veja como. Você também pode tentar estas dicas com pequenos gadgets como câmeras digitais e MP3 Players.
1. Desligue, JÁ!
Se seu celular for molhado, não importa o líquido, a primeira providência é desligá-lo. E não estou falando de “apertar o botão de força por dois segundos, esperar aparecer a janelinha, clicar em desligar e esperar mais cinco segundos”. Arranque a bateria o mais rápido que puder, cada segundo conta. Se o líquido conseguir criar um “curto” entre dois ou mais pontos da placa de circuito e ela estiver energizada, isso pode ser fatal.
2. Deixe escorrer
O celular estava sobre a mesa, com o teclado para cima, e o líquido caiu sobre ele? Vire-o com o teclado para baixo e deixe todo o líquido escorrer.
3. Seque bem
Pegue um pedaço de pano absorvente ou toalhas de papel e seque bem o aparelho. Seque todos os cantos que conseguir. Isso não vai eliminar a água que já está dentro dele, mas irá eliminar o excesso que ainda poderia se infiltrar.
4. Consiga um pouco de arroz
Coloque o celular em um pote e cubra-o com arroz cru. Parece besteira, mas funciona. O arroz irá absorver a umidade, ajudando a secar o aparelho mais rapidamente. Sílica gel (aqueles cristaizinhos transparentes encontrados em saquinhos dentro de eletrônicos) cumpre o mesmo papel, mas arroz é muito mais barato e fácil de encontrar. Deixe o celular dentro do arroz por 24 horas.
5. Evite o sol
Há pessoas que colocam o aparelho diretamente sob a luz do sol para secar. Isso pode piorar a situação, especialmente com o calorão do verão. Um sol de 40 graus por duas horas pode causar danos ao LCD, “estufar” a bateria e até mesmo amolecer peças plásticas ou o adesivo que as mantém no lugar. O mesmo vale para secadores de cabelo. Evite.
6. Respire fundo e... faça o teste
Depois de um dia tire o celular de dentro do arroz, limpe-o bem, verifique se todas as peças estão mesmo secas, recoloque a bateria e tente ligá-lo. Se você agiu rápido, há boas chances dele funcionar. Se não, corra pra assistência técnica mais próxima. E na próxima vez, invista em uma capinha para proteger o aparelho.

Matéria do IDG

Microsoft lança contagem regressiva para a morte do IE6

O IE 6 death clock tem como objetivo aposentar de vez o browser da empresa; grande parte do uso é proveniente da China.

Por Computer World / EUA

A Microsoft lançou nesta sexta um “deathwatch”, uma espécie de contagem regressiva, para o velho (e não por isso bom) Internet Explorer 6, dizendo que queria “ver o IE6 extinto de verdade”. De acordo com a companhia, que citou dados da empresa de estatísticas da web Net Applications, o IE6 – com mais de dez anos de existência – ainda possui 12% de taxa de uso global, quase metade proveniente da China.
O objetivo da empresa é diminuir a taxa de mercado do IE6 para menos de 1%. “Anunciamos o próximo passo de nossa missão para aposentarmos o Internet Explorer 6 de vez” disse Roger Capriotti, diretor de marketing do IE, em um post nesta sexta-feira (04/03).
O endereço ie6countdown.com mostra os números da Net Applications para o IE6 em 43 países, incluindo EUA, China, Japão, Alemanha e Rússia, assim como a taxa global de uso do navegador. O site também exibe links em que departamentos corporativos de TI dão conselhos de como migrar para navegadores mais atuais. Em países desenvolvidos como os Estados Unidos, o IE6 está entrincheirado em empresas, nas quais fazer upgrades pode ser difícil porque aplicações Web ou intranets são desenvolvidas para ele.
China lidera
A Microsoft não fez questão de deixar em segredo sua campanha para matar o IE6. Em agosto de 2009, um dos executivos da companhia declarou que “amigos não deixam amigos usarem Internet Explorer 6”. Esse movimento ajudou a diminuir o uso do browser, que, à época, caiu em 25%. Capriotti juntou o lançamento do site da contagem regressiva do navegador com o primeiro aniversário do funeral do IE6. A Microsoft enviou um bouquet de flores para o evento, com um cartão no qual podia ser lido “Obrigado pelos velhos tempos, IE6”.
De acordo com a Net Applications, a China lidera com a maior porcentagem de usuários que utilizam o navegador: 34,5%. “Na China, o IE6 continua como um browser dominante”, disse Vince Vizzaccaro, vice presidente da empresa. Outros países com uso acima da média incluem Coreia do Sul (24.8%), Índia (12.3%) e Taiwan (10.7%). Nos Estados Unidos, a parcela de mercado é de somente 2.9%.
Apesar de a Microsoft chancelar o IE8 o IE9 como substitutos imediatos para o IE6 e IE7, não foi possível impedir os usuários de abandonarem o navegador da empresa e migrarem para alternativas como o Chrome, da Google, ou o Safari, da Apple. Nos últimos 12 meses, o IE caiu 4.8%, chegando a 56.8% de parcela de mercado, e as perdas poderiam ter sido maiores se a Net Applications não tivesse revisto seu critério de avaliação último mês. A mudança fez com que o IE tivesse a maior parcela de uso em um único mês desde quando a empresa começou a registrar o uso do navegador.
Durante esse mesmo período, o Chrome cresceu 5.3 pontos, enquanto o Safari aumentou sua parcela de mercado em 1.9%, Se o IE6 continuar a cair no mesmo ritmo que obteve ano passado, o browser deve despencar para menos de 1% até junho e 2012. Mesmo assim, a Microsoft prometeu suporte ao IE6 até abril de 2014.

Matéria do IDG

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Empresas precisam evitar que migração para IPv6 paralise suas redes

A tendência é a de que a adoção do novo protocolo, somada à virtualização e à cloud computing, aumente a complexidade das redes, alerta entidade.

Quase metade dos gestores de TI enfrentam problemas nas suas redes todos os meses por erro humano, revela estudo da Enterprise Management Associates (EMA). Segundo Jim Frey, diretor da entidade, 80% das médias empresas nos EUA tiveram pelo menos um erro por mês.
O estudo da EMA ouviu 100 gerentes de TI de médias empresas e constatou que, em média, as empresas têm de corrigir cinco a seis erros por mês e o problema só deve piorar. A mudança para o protocolo IPv6, a virtualização e a cloud computing vão aumentar a complexidade das redes e levar a mais erros de configuração.
"Receio que muitas organizações estejam prontas para um duro despertar quando tentarem retirar uma ampla vantagem das aplicações de virtualização; a quantidade de alterações na rede e nos requisitos em tempo real será difícil para os responsáveis de TI sem as ferramentas de automação necessárias”.
A mudança para o IPv6 pode revelar-se particularmente disruptiva – segundo a pesquisa da EMA, patrocinada pela Infoblox. Apenas 43% das organizações já começaram a sua transição para o IPv6, apesar do último bloco de endereços IPv4 já ter sido enviado para as entidades registradoras regionais.
Apesar da aceitação generalizada da importância da automação da rede, as empresas estão mais lentas que o necessário na implementação da tecnologia. Segundo a EMA, apenas 14% das empresas automatizaram mais de metade das suas tarefas administrativas diárias, embora 74% dos gestores concordarem que ofereceu uma maior estabilidade.

Matéria do IDG

sábado, 29 de janeiro de 2011

Nova central de mensagens do Facebook chega ao Brasil


O Facebook liberou para os usuários brasileiros na noite de quinta-feira seu novo sistema de mensagens, o Facebook Messages. A sacada do novo serviço é concentrar em um só lugar as mensagens trocados pela pessoa via e-mail, bate-papo, SMS e dentro do próprio site, além de permitir a interação do usuário da rede com pessoas de fora.
O sistema gera um endereço de e-mail para o usuário com a extensão @facebook.com. Quem quiser usar a ferramenta deve solicitar neste link . A oferta do serviço aos usuários acontecerá aos poucos.
Com o Facebook Messages, quem tem perfil na rede social poderá enviar e receber e-mails (inclusive para/de endereços externos e com anexo) sem sair do site.
A partir de agora, SMSs enviados pelos usuários cadastrados no sistema são incorporadas às suas conversas, ao lado do histórico de mensagens tradicionais e bate-papo.
"Isso permite que você e seus amigos enviem mensagens uns para os outros mesmo quando não estiverem no computador", afirma a página do Facebook.
O mecanismo agrupa em uma única janela todas as mensagens trocadas com determinado contato, possibilitando acesso rápido ao histórico. Na pasta principal, o usuário visualiza as mensagens de seus amigos e dos amigos dos seus amigos.
"É um local central para controlar toda a sua comunicação particular, dentro e fora do Facebook. Agora, quando você visualiza uma conversa, está na verdade vendo um histórico completo de toda a comunicação que compartilhou com essa pessoa no Facebook - é como ter um registro contínuo da sua amizade" diz o texto de explicação do serviço.
O sistema foi anunciado em dezembro pelo Facebook . Mark Zuckerberg, fundador da página, saudou o lançamento como o futuro das mensagens eletrônicas.
- Nosso serviço baseia-se em três vertentes. A primeira é a de mensagens sem barreiras. A segunda, um histórico de todas as conversas. A terceira, uma caixa de entrada social - afirmou Zuckerberg à época.
O novo serviço de mensagens levou mais de um ano para ser desenvolvido, e a infraestrutura de software da rede social passou por mudanças, recebendo ajuda da comunidade mundial de programadores open-source. Quinze engenheiros foram designados para a tarefa. 

Link da Matéria no Globo

domingo, 23 de janeiro de 2011

Portugal na maior feira internacional de tecnologia


Um quadro interativo em cerâmica, mobiliário inovador e uma solução informática para a nova geração de escolas são produtos que três empresas portuguesas mostram na maior feira internacional de tecnologia e material educativos, em Londres.
A Bi-Bright aproveitou a segunda participação em Londres na BETT, que abriu na quarta-feira e que se prolongou até ontem, sábado, para lançar a nova gama de quadros interativos, cujas funcionalidades que podem ser ativadas com a mão ou outros objeto.
O “eRed” pode também ser usado como uma quadro convencional e beneficia de ter uma base em cerâmica, mais resistente ao uso, vincou Hélder Lopes, responsável pelo desenvolvimento do negócio da empresa.
“Somos uma poucas empresas do mundo que produzem um quadro interativo que tem superfície cerâmica”, afirmou à agência Lusa.
A tecnologia, que usa infra vermelhos e lâmpadas LED, que reduzem o consumo de energia, é “produzida em Portugal, integrada em Portugal e vendida para todo o mundo a partir de Portugal”.
Parte do grupo Bi-Silque, líder mundial em produtos de comunicação visual para a casa e escritório, a Bi-Bright foi criada há ano e meio e tem por objetivo imitar a casa mãe, que exporta 95 por cento da produção.
A internacionalização é também uma meta para a Nautilus, que tem sido distinguida pelos produtos de mobiliário escolar e também como uma das melhores PME nacionais.